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domingo, 30 de setembro de 2012
O apocalipse medieval
A relação dos homens com o tempo é passível das mais intrigantes interpretações. A morte, por exemplo, revela pela simples observação de sua experiência, que a nossa trajetória pelo mundo é limitada por um período que se esvai no passar de apenas algumas décadas. Se por um lado, a finitude da existência instiga a busca pela eternidade, sabemos que esse mesmo fato instiga muitas outras pessoas a imaginarem um tempo em que todos nós experimentaríamos coletivamente o fim do mundo.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
A trajetória do Império Mongol
Sob a liderança do lendário Gêngis Khan, os mongóis concretizaram a formação de um dos mais extensos impérios de toda a História. Do ponto de vista cultural, os mongóis eram dotados de uma forte tradição militar em que qualquer contenda era resolvida por meio da luta. Foi a partir disso que o futuro líder Gêngis Khan empreendeu as condições necessárias para organizar este império.
Anglo-saxão
Anglo-saxão é a denominação dada à fusão dos povos germânicos (anglos, saxões e jutos) que se fixaram no sul e leste da Grã-Bretanha no século V, e a criação da nação inglesa, para a conquista normanda da Inglaterra de 1066. Em relação aos saxões, podemos dizer que eram um antigo povo da Germânia, habitantes da região próxima da foz do rio Álbis (atual Elba) e correspondente à atual região de Holstein na Alemanha. O indivíduo desse povo é o saxônico, saxônio ou saxão.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Imperio Bizantino
Divisão do Império Romano
Constantino I, mosaico em Hagia Sofia
Em 293, Diocleciano criou um novo sistema administrativo, a Tetrarquia. Tal sistema associava o imperador a um co-imperador, ou augusto. Cada Augusto, então, adotou um jovem colega dando a ele o título de césar, para compartilhar seu governo e, eventualmente, para suceder o sócio sênior. Após a abdicação de Diocleciano e Maximiano, no entanto a tetrarquia entrou em colapso, e Constantino I, substituiu-a com o princípio dinástico de sucessão hereditária.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
A Ordem dos Cavaleiros Templarios
Os elfos
Elfo é uma criatura mística da Mitologia Nórdica e Céltica, que aparece com frequência na literatura medieval européia.
Nesta mitologia os elfos chamam-se Alfs ou Alfr, também chamados de "elfos da luz" - Ljosalfr. São descritos como seres belos e luminosos, ou ainda seres semi-divinos, mágicos, semelhantes à imagem literária das fadas ou das ninfas. De fato, a palavra "Sol" na língua nórdica era Alfrothul, ou seja: o Raio Élfico; dizia-se que por isso seus raios seriam fatais a elfos e anões.
Eram divindades menores da natureza e da fertilidade. Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza vivendo entre as florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais. Foram retratados como seres sensíveis, de longa vida ou imortalidade, com poderes mágicos, estreita ligação com a natureza e geralmente acompanhadas de ótimos arqueiros.
As mais antigas descrições de elfos vêm da Mitologia Nórdica. Eram chamados álfar, de singular álfr. Outros seres com nome etimologicamente relacionados a álfar sugerem que a crença em elfos não se restringe aos escandinavos, abrangendo todas as tribos Germânicas. Essas criaturas aparecem em muitos lugares.
Nesta mitologia os elfos chamam-se Alfs ou Alfr, também chamados de "elfos da luz" - Ljosalfr. São descritos como seres belos e luminosos, ou ainda seres semi-divinos, mágicos, semelhantes à imagem literária das fadas ou das ninfas. De fato, a palavra "Sol" na língua nórdica era Alfrothul, ou seja: o Raio Élfico; dizia-se que por isso seus raios seriam fatais a elfos e anões.
Eram divindades menores da natureza e da fertilidade. Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza vivendo entre as florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais. Foram retratados como seres sensíveis, de longa vida ou imortalidade, com poderes mágicos, estreita ligação com a natureza e geralmente acompanhadas de ótimos arqueiros.
As mais antigas descrições de elfos vêm da Mitologia Nórdica. Eram chamados álfar, de singular álfr. Outros seres com nome etimologicamente relacionados a álfar sugerem que a crença em elfos não se restringe aos escandinavos, abrangendo todas as tribos Germânicas. Essas criaturas aparecem em muitos lugares.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Armas Medievais Parte 2
lança
Lança é uma arma branca, constituída por uma longa vara com uma ponta afiada. A lança pode ser manejada ou atirada em direção ao oponente. É uma das armas mais antigas da humanidade, datando de períodos pré-históricos.
Mesmo depois da descoberta dos metais, a lança não deixou de ser usada. Com as popularização das armas de fogo, ela desapareceu aos poucos, a partir do século XVII, mas mesmo no início da II Guerra Mundial o exército polaco ainda dispunha de unidades de lanceiros.
Normalmente as lanças se dividiam em três tipos: lança curta, pique (lança longa) e alabarda (lança provida com machado perto da ponta).
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